Vírus que internou bebê de ex-BBBs pode ser confundido com resfriado e é bem perigoso






















Internação da filha de Adriana Sant'Anna e Rodrigão

Em alguns vídeos publicados no Instagram, a mamãe disse que tudo iniciou com um resfriado do filho mais velho, Rodriguinho, de dois anos. Em seguida, ela observou que o nariz da bebê escorria e cansaço em sua respiração. Adriana passou os sintomas para a pediatra de Linda, que orientou imediatamente sua internação, que duraria cinco dias.


A bebê contraiu o vírus sincicial respiratório, o VSR, que apesar de comum pode ser perigoso e exige muita atenção e cuidado dos papais.
Já na emergência, ao colher os exames da pequena constou que ela havia contraído o VSR, responsável por desenvolver a bronquiolite.
"Na UTI ela não fica com medicação, ficou só em observação. Por ser bebê demais, é obrigatório que fique em uma UTI. Esse vírus tem um pico, dura 15 dias. Durante esse tempo você fica em observação e Linda já estava com o vírus há um tempinho, desde quando o nariz estava escorrendo, então ela passou pelo pico na UTI e agora está curada", diz a mamãe aliviada.


Segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), o vírus sincicial respiratório é a principal causa de hospitalização e de doenças respiratórias em bebês prematuros e, apesar de ser comum, tem alta periculosidade e pode ser letal aos pequenos.
Geralmente, o vírus surge em épocas específicas do ano, como no primeiro semestre, atinge as vias respiratórias e é contraído pelo contato com secreções de pessoas infectadas, seja diretamente através de espirros e tosse ou através de objetos, como brinquedos.

Sintomas do vírus VSR

Assim como no caso de Linda, o vírus se manifesta com os mesmos sintomas de uma gripe.


"Bronquiolite e pneumonia são suas formas de apresentação frequentes. De todos os bebês infectados pelo vírus, 30% terão problemas por longo prazo, como crises de chiado repetidas e asma", diz o médico Renato Kfouri, presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações.


Tratamento contra o VSR

Ainda não há algum tratamento específico para a infecção pelo vírus, assim, os especialistas recomendam que sejam tomadas medidas profiláticas que evitem seu contágio e a transmissão, como manter as mãos higienizadas, assim como os objetos, e evitar o contato com pessoas resfriadas.


Também há uma vacina para a imunização, que é disponibilizada gratuitamente pelo SUS (Sistema Único de Saúde).