Nova lei impede cesáreas antes das 39 semanas
























No Brasil, em torno de 50 por cento dos partos realizados são cesarianas -- e se só a rede particular for considerada, as cesáreas chegam a até 90 por cento em alguns hospitais. É uma proporção muito maior que os 10 a 15 por cento de cesarianas recomendados pela Organização Mundial da Saúde (OMS). 



Os médicos que participam do conselho explicam a medida visa proteger a mãe e o bebê. Eles também alegam não estar ferindo a autonomia das gravidas tirando o “poder de decisão” pois a medida é foi feita em base na proteção do bebê.



Essa nova legislação implica que as gestantes apresentem um termo de consentimento, na altura do parto. Esse documento deve estar assinado por elas e por um médico, e indicar a preferência pelo parto Cesário.


 No entanto, a futura mãe pode mudar de opinião em qualquer altura. Os médicos são obrigados a respeitar, desde que informados. A escolha da mulher deve ter em consideração a informação detalhada sobre os partos cesariano e normal, apresentada pelo clínico ou obstetra.





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